harmonização

Eles tem diversos nomes dependendo do terroir e do país de sua produção, podem ser chamados de Espumantes, Champagnes , Franciacortas, Cavas, Sparkling Wines, Proseccos , Sekt , Crèmant e etc.
Estão sempre associados a celebrações, festividades, comemorações e muita alegria. Vale sempre lembrar que esse versátil vinho pode ser consumido no dia a dia das pessoas, pois são frescos, agradáveis e muito elegantes. Podem ser servidos desde welcome drink , acompanhando uma refeição completa, à beira da piscina, nos passeios de barcos e nos encontros com os amigos e familiares.

O espumante é um vinho que passa por uma segunda fermentação e que ao longo do processo adquire além de aromas e sabores deliciosos, são embelezados com lindas perlages (bolhinhas) que causam tanta fascinação de análises aos especialistas de vinho. Uma dica para avaliar um grande espumante são suas perlages bem fininhas e persistentes em forma de cordão formando uma linda coroa na taça.

Hoje no mercado há inúmeros estilos, origens e cores de espumantes disponíveis aos consumidores e existe uma enorme oferta dos mais variados tipos de produtos, com diferentes preços, com diferentes porcentagens de açúcar residual, com diferentes métodos de produção e diferentes castas usadas. E tantos produtos assim, muitas vezes podem até deixar os consumidores em dúvida do que devem comprar, então a conversa sobre os espumantes é muito importante para tentar ao máximo agradar a quem irá degustá-lo.

PRINCIPAIS MÉTODOS

Método Champanoise
Esse método é chamado também de método Clássico ou Tradicional, onde a segunda fermentação acontece dentro da garrafa por meses ou até anos dependendo do produto, o vinho fica em contato com as leveduras, os produtores têm imenso trabalho e são extremamente detalhista em todos os processos envolvidos o que gera um produto com mais sofisticação, com mais tempo de vinificação e que contribui para produção de um vinho muito mais nobre e elegante. Os grandes espumantes podem durar década e ainda estarem divinais para o consumo.

Método Charmat
Já o método Charmat que foi inventado pelo enólogo italiano Frederico Martinotti, mas patenteado pelo pelo francês Eugène Charmat em 1907 é caracterizado pela segunda fermentação acontecer em enormes tanques de aço inox , em cubas fechadas ( Autoclaves ) são produzidos em maiores volumes, em larga escala e seus preços costumam ser infinitamente mais baratos devido o custo de produção ser muito menor.

SOBRE O TEOR DE AÇÚCAR

Quanto ao teor de açúcar os espumantes no Brasil podem ser classificados como:
Nature – 3g de açúcar por litro
Extra-Brut – 3,1g à 8g de açúcar por litro
Brut – 8,1g à 15g de açúcar por litro
Seco – 15,1g à 20g de açúcar por litro
Semi-doce – 20g à 60g de açúcar por litro
Doce – superior a 60g de açúcar por litro

DICAS DE SERVIÇOS

Após decidir qual o estilo de espumante você irá servir, se atente a temperatura ideal, que deve ser entre (6° à 8°C). Quanto a forma de abrir nunca sacuda a garrafa para não desperdiçar nenhuma gota dessa delícia, retire a cápsula que geralmente é metálica e após afrouxe a gaiola, em seguida pressione o seu dedo polegar sobre a rolha e gire a garrafa, tente não fazer barulho ou obter o som bem discreto, é assim que os profissionais abrem os espumantes. Após abrir a garrafa sirva em taças estilo flute com 2/3 de vinho, avalie a perlage se é com bolhas finas e persistentes, isso é sinal de um bom produto. Não pegue no bojo da taça e sim na haste ou base, para não passar a temperatura da sua mão para o produto, fazendo com que ele esquente e comprometa a sua avaliação.

SUGESTÕES DE HARMONIZAÇÃO

Apesar dos espumantes serem vinhos totalmente descomplicados, extremamente versáteis e com imensas possibilidades, deixo aqui uma sugestão de harmonização para o seu réveillon.

Aperitivos Diversos
Quinta do Ortigão Charming – Quinta do Ortigão Baga-Bairrada

Prato Principal
Quinta dos Abibes Arinto e Baga – Quinta do Ortigão Cuvée – Quinta do Ortigão Reserva –
Franciacorta Lo Sparviere Cuvée n.7

Sobremesas

Espumante Vistamontes Moscatel Rosé – Espumante Nektar Doce – Quinta do Ortigão Meio-Seco

Na atualidade é muito comum praticamente em todas as festas do Réveillon, celebrar a passagem de ano abrindo garrafas de espumantes no momento da virada para elevar brindes com a família e amigos. Essa ação tem como simbolismo, o desejo de um Ano Novo cheio de prosperidade, de esperança e otimismo de um ano novo muito melhor. Agora é só elevar suas taças bem ao alto e em grande estilo com grandes ESPUMANTES, claro que ao lado das pessoas que você ama, brindando à vida e aos novos planos para esse novo ano. É o que desejo a você leitor um Ano Novo de 2021 cheio de esperanças de dias melhores e sobretudo cheio de saúde!

Que tenhas muitos motivos para brindar sempre neste novo ano de 2021 !!!

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A hora da sobremesa é sempre um momento de verdadeiro deleite para alma, esperada ansiosamente por muitos que estão à mesa. Há algumas pessoa que não sabem que existem vinhos específicos para esse momento na refeição. Muitas vezes é exatamente nesta hora que são servidos verdadeiros tesouros vínicos. Eles se caracterizam por apresentarem um teor residual de açúcar mais elevado e excelente acidez, e essas características são devido a inúmeras maneiras como são produzidos, abaixo seguem alguns tipos de vinhos de sobremesa e algumas sugestões de harmonização.

ICE WINE

Os Ice Wine são vinhos produzidos a partir de uvas congeladas no próprio vinhedo, com isso há uma condição de se separar o maior conteúdo de água do bago da uva e concentrar um líquido com maior teor de açúcar natural da uva. Esses vinhos são muito produzidos no Canadá, na Hungria e em diversas regiões vínicas que podem sofrer por essa condição climática.

O Bajo 0 Vino de Hielo 2011, é um vinho que apresenta uma boa intensidade e sutileza. Apresenta aromas de frutas maduras e exóticas, até de compotas de frutas, na boca a acidez é muito evidente e sua doçura é extremamente agradável. Produzido com a casta Viúra no terroir de Laguardia no norte da Espanha é um vinho delicioso. Deve-se servi-lo na temperatura entre 6º à 8ºC e acompanha bem sobremesas à base de frutas como torta de limão e abacaxi.

BOTRYTIZADO

O nobre vinho Botrytizado é produzido em condições microclimáticas específicas de temperatura e umidade nos vinhedos. As cachos das uvas após o período de maturação sofrem o ataque do fungo Botrytis Cinerea que furam a película que envolve o bago da uva, possibilitando uma evaporação da água e concentração do açúcar, transformando esse néctar presente nele um líquido precioso e nobre. O interessante desse ataque é que não acontece de forma uniforme no cacho, são atacados alguns bagos e a partir daí a colheita é extremamente cuidadosa e trabalhosa bago a bago atacado.

O vinho Botrytizado Wehlen SONNENUHR 1998 é um vinho produzido com a casta Riesling no terroir do Vale do Mosel na Alemanha com a qualidade Auslese. Esse delicado vinho e digno de realezas é indicado para acompanhar queijos, pudim, crème brûlée e até como um belo aperitivo.

COLHEITA TARDIA

Determinados cachos de uva são deixados nos vinhedos após a maturação fenólica completa, com esse tempo a mais os bagos sofrem desidratação concentrando um maior teor residual de açúcar e é assim que são obtidas as matérias primas para se produzir esses deliciosos colheitas tardias.

O vinho Traminer Auslesse Seven Numbers 2016 é considerado um vinho super premium, produzido com a casta Traminer e o terroir é Stajerska na Eslovênia. Ele é um vinho encorpado de cor dourada. Seus aromas possuem rosa, lichia, flores brancas , frutos secos e um delicioso toque de mel. Na boca apresenta-se untuoso e com notas picantes. Sobremesas com amêndoas e frutos secos harmonizam muito bem com esse vinho.

VINHO DO PORTO

O vinho do Porto é sem dúvida o vinho mais famoso do mundo, é um vinho fortificado onde o processo de fermentação é interrompido pela adição de água ardente vínica, deixando uma maior quantidade de açúcar residual nesse néctar de Baco. Existem diversos tipos de vinho do Porto, mas sinteticamente podemos dividi-los em dois grandes grupos, os Rubys e os Tawnys.

O Porto Tawny 20 Anos Vasques de Carvalho é um vinho produzido na região do Douro, foi envelhecido em madeira, é um vinho intenso, complexo e apaixonante que traduz a excelência do produtor. Merece um destaque para sua belíssima garrafa com desing moderno. Um boa sugestão para servi-lo é refresca-lo e acompanhando sobremesas como panetones, rabanadas , bolo de laranja e até com frutos secos. 

Desejo excelente deleite a alma com os fantásticos vinhos de sobremesa junto dos seus familiares e amigos.

Saúde , Feliz Natal !!!

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Um dos pratos mais importantes da ceia de Natal no Brasil e da consoada em Portugal é o deslumbrante Bacalhau (Gadus morhua). Sem dúvida sempre regado com muito azeite e batatas. Essa iguaria, que os portugueses carregaram aos quatro cantos do mundo espalhando sua cultura gastronômica, tem muito destaque nos mais diversos lares nesta época de final do ano.

O Gadus Morhua é considerado pelos especialistas o verdadeiro Bacalhau, ele vem do extremo Norte do oceano Atlântico e é considerado o mais nobre e com mais qualidade. Quanto ao seu aspecto quando em salga apresenta-se com cor palha e uniforme, mas quando passa por cocção suas lascas mostram-se claras e com sabor incomparável.

São tantas as receitas produzidas com Bacalhau na atualidade e são tantos os ingredientes que podem serem adicionados a essa iguaria, que se torna um verdadeiro e delicioso desafio buscar uma harmonização impecável com cada prato. Portanto, concentrar nos principais ingredientes pode ser uma boa estratégia de trabalho.

É uma constância a pergunta, afinal com Bacalhau serve-se vinho Branco ou Tinto ?
A resposta é os dois, o tipo de prato preparado com o Bacalhau é que definirá o melhor pairing, claro observando o gosto das pessoas.

Uma boa opção para harmonizar com a receita mais tradicional com esse peixe tão nobre, são os vinhos brancos com passagem em barrica, pois se tornam ainda mais elegantes, complexos e untuosos e combinam perfeitamente quando ele é servido em postas com batatas e regado em bastante azeite.

Outra alternativa são os vinhos tintos leves com boa acidez para quando a receita for mais carregada em ingredientes intensos como é o caso da Salada de Bacalhau que leva salsa, coentros, cebola, pimentões, azeitonas, pimenta, alho e azeite.

Há também as receitas com o Bacalhau em postas cozidas que são levadas para gratinar no forno sobre cebolas e batatas e embebidas com um sublime creme com natas. Geralmente esses pratos são mais untuoso e penso que nesse caso, harmonizam tanto com brancos untuosos como também até um bom tinto.

Falando em Bacalhau não podemos esquecer dos bolinhos, que em Portugal são chamados de Pastéis de Bacalhau. Nesse caso um belo espumante da Bairrada produzido pelo método tradicional, um Blanc de Noir com a casta Baga seria impecável.

Algo importante que não podemos esquecer é que aquelas regras tradicionais e históricas que existiam para se fazer o pairing entre alimentos e vinhos, na verdade na atualidade foram “colocas em xeque”, alargou-se muito mais as oportunidades de casamentos na enogastronomia e sabe-se muito bem que muitas vezes o que era considerado um sacrilégio hoje é apreciado no mundo dos vinhos moderno, sobretudo o respeito e a liberdade sobre a decisão do que agrada ao seu próprio paladar individual, e como consequência a sua experiência com o Bacalhau e o Vinho seja a mais fantástica possível.

Desejo uma excelente experiência, saúde e feliz natal !!!

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Nas vésperas do Natal, data que marca a comemoração do nascimento do menino Jesus para os cristãos, é chegada a hora de definir quais serão os pratos servidos na ceia do Natal. Certamente há um que não pode ficar de fora da ceia de Natal dos brasileiros, que é o Perú ou o Chester Assado. Essas aves sempre brilham e são destaques na mesa. É tradicional serem servidos em belos pratos decorados com muitas frutas, castanhas e legumes.

Geralmente o preparo começa dias antes da noite de Natal. O Perú ou o Chester são colocados para marinar sob um vinha d’alho com alho, cebola, pimenta, ervas e vinho branco. Essa carne marinada vai ganhando sabores e aromas magníficos durante dias e no dia da ceia é levado ao forno para Assar.

Uma dúvida constante das pessoas é qual o melhor vinho para harmonizar com essas deliciosas iguarias natalinas. Primeiramente vamos analisar a essência destes pratos servido nos lares brasileiros nessa época. Tanto o Perú como o Chester são carnes brancas, leves, elegantes e extremamente versáteis em termos de harmonização.

Uma boa dica para essa harmonia entre o alimento e o vinho é fazer um pairing por analogia, ou seja, se o ingrediente principal que no caso é o Perú ou Chester é leve e delicado, devemos pensar em vinhos que tenham essas mesmas características podendo ser vinhos tintos leves com as castas Pinot Noir, Gamat ou Merlot. Outra opção para essa harmonização de carnes brancas é fazê-la por associação pelas cores, essas predispõem a associação de sabores, para isso podemos pensar em brancos com as castas Sauvignon Blanc, Arinto ou Encruzado.

Uma outra deliciosa opção para harmonizar com o Perú ou Chester é servir um espumante cheio de requinte, uma magnifica dica para duplamente harmonizar e refrescar as noites quentes de Natal nos lares brasileiros. Sugiro espumantes de qualidade produzidos pelo método tradicional, podendo ser da Bairrada, os italianos Franciacortas ou os deslumbrantes espumantes brasileiros de Pinto Bandeira ou do Vale dos Vinhedos.

Espero que a sua experiência em aguçar suas papilas gustativas seja esplendida com o Perú ou o Chester, e que você possa saborear cada minuto da sua noite de Natal na companhia da sua família, amigos e deles, os VINHOS !!!

SAÚDE E FELIZ NATAL !!!

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